Se liga, drogas, nem pensar
A concepção de mundo que possuímos varia afinal todos temos livre – arbítrio para pensar e agir do jeito que quisermos. Para a sociedade, que tenta ludibriar a estética da pobreza, muitas vezes parte de um ponto que pode ser falso, pois tudo o que se conhece superficialmente é muito fácil de ser discutido.
Mas quando uma pessoa sente na pele todos os problemas, sabendo que tudo é real, será que alguém pode dar palpites, querer ser o dono da razão, e dizer que a pobreza é um assunto eloqüente? Não, porque julgar é fácil, difícil é conviver com as dificuldades.
Na maioria das vezes, nos tornamos pessoas individualistas, e por isso não reconhecemos a vida difícil que os moradores de rua levam. È muito simples reclamar do que a vida nos proporciona, pois sempre queremos o supérfalo, e nem lembramos que existe um ser do lado de fora de nossas casas, passando frio e usando drogas para escapar do vazio que é a vida miserável que leva.
Mesmo assim, ficamos bitolados em nosso mundinho, e não percebemos que estas pessoas também têm suas necessidades, e só precisam de nossa ajuda para se reerguer.
As drogas acabam com os indivíduos que ás usa, e também, com as pessoas que o cercam. E cada vez mais cedo crianças estão aderindo á droga em suas vidas; e nessa brincadeira com a morte, depois que você entra é muito difícil de sair.
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